25 de jan. de 2007

Pedagio ou não

Essa decisão, anunciada pela ministra Dilma, de não pedagiar estradas federais incluidas no PAC pode parecer boa agora. Mas não é nenhuma novidade o que aconteceu com os tapa buracos. Mal feita e com alto custo. As estradas continuam esburacadas. Agora outra vez o Governo anuncia que vai construir e tomar conta. Quero ver... Acho que temos que saber reconhecer que a privatização pode resolver nosso problema de infra-estrutura. Mas temos que saber também fazer negocios sérios duradouros e honestos. Quem conhece os contratos de provatização das estradas? Porque eles tem reposições sobre inflações presumidas? Porque esses documentos são sigilosos? Isso está errado. Mas é assim que tem sido feito. As próprias agências reguladores também contribuem para isso. Não regulas e servem de cabide de empregos. assim como os tribunais de contas... Mas isso é outro post
Até mais

3 de nov. de 2006

Madeira e Papel

Pois, vamos ver de perto, nem que seja na Finlândia, como se relacionam os homens do norte com as papeleiras.
O Ru Café, estará lá olhando, perguntando e contando o que nos será apresentado pelo pool de industrias, Stora Enzo, Aracruz, Botnia, e VCP, naquele país.
Serão 10 dias de trabalho, especialmente junto a produtores particulares de florestas, fábricas de celulose, escritórios de projetos e finalmente com mebros do Governo ( Ministérios das Florestas e do Meio Ambiente).
Vamos ver.
Aparte isso, se der, vamos tentar uma conversinha com o Papai Noel, alí na Lapônia.. ho,ho,ho....

5 de out. de 2006

O Lula com o Collor ao lado, me obriga a acreditar que este é uma país generoso, que consegue pelas penas, converter aqueles que erraram ou cometeram desvios de conduta.
Já foi assim no primeiro turno, quando o recuperado foi O Jader Barbalho.
Do outro lado, até por questões religiosas, o Alkminn, o Geraldo posa ao lado do casal Garotinho, depois de receber e adorar o apoio do José Roberto Arruda.
Voto não se escolhe, sempre se disse e tem sido repetido pelos dois. Só que mais do que o voto, está em jogo algo muito mais importante. Mais até que o apoio. O que vai acontecer com esses recuperados ( ou será que eles não mudaram..) é que vão cobrar recompensas logo alí. E nós vamos continuar assistindo uma farta distribuição de cargos e favores a ponto de passar a acreditar que os convertidos são justamente os dois candidatos, mas para o lado que mais agrada aqueles que prestam seus apoios. para o lado do negócio, da venda, do trambique.
O De Gaulle disse ( dizem que é lenda..) qu este não é um país sério. Se não disse quem inventou tinha mais razão. Hoje isso se chama modernamente de governabilidade.. Bonito nome para uma coisa muito triste e feia.

17 de jul. de 2006

A volta do Mercado

Uma das tantas refeiçoes, no Mercado Público, aqui em Rio Grande, me lembrou um pouco como poderia ser este mesmo lugar nos tempos dos vapores. Aqueles veleiros que durante muito tempo foram a principal ligação comercial do RG com o centro do Estado. Ajudado por fotos e "relatos" de um sobrevivente, chamado Célio Soares, que lembra de tudo por causa das pesquisas, passei a acreditar que o local foi mais vivo, mais cheio de gente, e até mesmo mais bonito. Seri o que hoje se conhece como Centro comercial e gastronômico ao mesmo tempo. Se vendia, trocava, comprava , mas também se comia, comida é claro...
Quero dizer isso porque estamos, todos, na expectativa de reencontrar no prédio, com a revitalização do Rincão da Cebola, junto ao Porto Velho, outra vez a velha e civilizada reunião de todos em volta do seu mercado. Em qualquer lugar esse é um espaço sabrado, santuário de conversas cotidianas e mais recentemente local de atração turística.
Essa é a chance mais rápida da cidade descobrir porque o porto começou justamente alí, ou porque o mercado foi criado justamente alí junto ao porto, que é o mais bonito lugar da cidade.
até a próxima.

começar é sempre difícil

começar uma história é sempre complicado.
espero me adequar a esse tipo de conversa. no rádio onde trabalho, parce ser mais fácil. mas como começei escrevendo acho que ainda é tempo de voltar as orígens. agora, por exemplo estou vendo mais um filme sobre guerra... mas não é filme não não é uma retrospectiva, é uma imagem ao vivo dos ataques ao Líbano. outra vez não gostaria de ter assistido isso. Mas já vi tantas coisas de dentro de casa, que jamais imaginaria isso quando tinha 10 anos. ver a guerra de casa,... só o homem consegue, ver ou fazer a guerra....